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04-01-2018
Cultura

Sarah MacCoy vai passar por Chaves na sua estreia em Portugal

Sarah MacCoy vai passar por Chaves na sua estreia em Portugal

Concerto está inserido numa parceria entre o 23 Milhas de Ílhavo, o 48/20 de Fafe e a INDIEROR de Chaves, cidades por onde a cantora americana vai passar em março. Em Chaves, Sarah MacCoy atua a 9 de março, às 21h30, no auditório do Centro Cultural. Bilhetes à venda brevemente. 

É uma combinação de Bessie Smith com uma pincelada de Amy Winehouse. Uma pequena porção de Janis Joplin e algo de Tom Waits. Há qualquer coisa também de Fiona Apple. E o seu universo não desagradaria a Kurt Weill. Estas referências podem ser úteis para quem ainda não conhece Sarah McCoy. Os restantes sabem que esta compositora e intérprete não se assemelha a ninguém, que a sua voz e carisma são únicos e marcantes logo ao primeiro instante no palco.

Com apenas 32 anos, Sarah McCoy viajou bastante e passou por várias experiências de vida. De Nova Iorque (onde nasceu) a Charleston, na Carolina do Sul, e de Santa Cruz a Monterey, na Califórnia, ela percorreu os Estados Unidos antes de se fixar em Nova Orleães.  
 
Durante a adolescência enfrentou uma depressão, em grande parte provocada pela perda do pai aos 15 anos. Deixou a escola de artes em Charleston, renunciou ao catolicismo e iniciou uma jornada pelo sexo, drogas, álcool e ateísmo. Deixando a terra onde cresceu, a jovem música atravessou 44 dos 50 estados da América do Norte na companhia da melhor amiga e também instrumentista Alyssa Potter.
Depois de cinco anos à deriva, Sarah McCoy rumou, em 2011, até Nova Orleães – que considera ser a cidade mais melodiosa do país. 
  
Tendo começado a compor músicas à guitarra numa altura em que viajava à boleia, Sarah McCoy abandonou as seis cordas e regressou ao piano, o instrumento que aprendeu a tocar aos 11 anos por incentivo dos pais. Cantando temas melancólicos de inspiração clássica, McCoy serve-se de uma voz poderosa e carregada de soul para interpretar as suas próprias letras, que versam maioritariamente sobre auto condenação e uma profunda lamentação, mas sempre com uma forte crença na redenção humana. 

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