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26-05-2015
Sociedade

Pastel de Chaves já é produto de Indicação Geográfica Protegida

Pastel de Chaves já é produto de Indicação Geográfica Protegida

Comissão Europeia aprovou inscrição do ex-líbris gastronómico flaviense.

O Pastel de Chaves já se encontra protegido de imitações a nível europeu através do selo de Indicação Geográfica Protegida (IGP), atribuído esta terça feira, em Bruxelas. 

Depois do despacho favorável do Ministério da Agricultura e do Mar em novembro passado, a Comissão Europeia aprovou a denominação IGP ao ex-líbris gastronómico flaviense que desde 2012 é produto IG. 

O «Pastel de Chaves» é um produto de pastelaria, em forma de meia-lua, constituído por massa finamente folhada, recheada com um preparado à base de carne de vitela picada. O método de produção utilizado na obtenção da massa e do recheio com pedaços de carne e cebola ligados pela ação do pão, baseia-se no saber fazer acumulado ao longo dos anos pelos padeiros do Concelho de Chaves.

Além do pastel de Chaves, a lista de produtos nacionais que aguarda que a Comissão Europeia aprove o pedido de registo com IGP inclui o capão de Freamunde, os ovos­moles de Aveiro, a ginja de Óbidos e Alcobaça, as chouriças de sangue e de carne de Melgaço, bem como o salpicão e o presunto de Melgaço. Estão ainda na lista o arroz carolino do Baixo Mondego, a maça de Alcobaça e a alheira de Mirandela.

A produção diária do pastel de Chaves, cuja história remonta a 1862, ascende às 25.000 unidades.
O pastel é um símbolo da pastelaria do concelho de Chaves, onde assume especial importância económica.
O pedido de registo de Chaves como IGP para o pastel foi feito pela Associação Empresarial do Alto Tâmega (ACISAT).

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