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08-04-2014
Politica

Passos Coelho recebe hoje partidos para analisar conclusão do "programa de assistência"

Passos Coelho recebe hoje partidos para analisar conclusão do programa de assistência
O primeiro-ministro recebe hoje PSD, CDS, PCP, BE e Verdes para "analisar o processo de conclusão do programa de assistência" financeira e a "construção de uma estratégia de médio prazo". 
De acordo com fonte oficial, estes encontros de Pedro Passos Coelho  com os partidos com assento parlamentar, hoje, e parceiros sociais, na quarta-feira,  "vêm na sequência do encontro que já manteve com o secretário-geral do PS",  António José Seguro, a 17 de março. 

O secretário-geral do PS, António José Seguro, disse no final desse  encontro de três horas com o primeiro-ministro que existe uma "divergência  insanável" com o Governo sobre a estratégia orçamental para o país, apesar  de destacar o "grande consenso" no país em torno da consolidação das contas  públicas, lembrando que os socialistas votaram "favoravelmente o tratado  orçamental e a introdução de uma regra de disciplina orçamental na lei de  enquadramento orçamental". 

Este encontro antecedeu outro, entre Passos Coelho e a chanceler alemã,  Angela Merkel que ficou marcado por uma troca de impressões sobre a saída  de Portugal do programa de assistência financeira. 

As audiências com os restantes partidos têm hoje início às 14:30, com  o PSD, sendo recebidos no mesmo dia consecutivamente o CDS-PP, às 15:30,  o PCP, às 16:30, o BE, às 17:30, e, finalmente, às 18:30, o Partido Ecologista  "Os Verdes". 

Na quarta-feira, o chefe do Governo recebe os parceiros sociais: a  UGT será o primeiro dos parceiros sociais a ser recebido, às 10:00, seguindo-se  a CGTP, Confederação de Comércio e Serviços de Portugal (CCP), Confederação  dos Agricultores de Portugal (CAP), Confederação Empresarial de Portugal  (CIP) e Confederação do Turismo Português (CTP). 

Na carta enviada aos partidos políticos e parceiros sociais a convidá-los  para estes encontros, o primeiro-ministro escreve que "a capacidade de encontrar  um entendimento político e social alargado sobre esta estratégia pós-troika  assume um grande relevo" e "pode beneficiar significativamente as perspetivas  de crescimento e de emprego para a economia portuguesa e para os portugueses".

Fonte: Lusa

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