30/10/2020
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27-04-2020
Sociedade

PAÍS: “se as coisas começarem a correr mal, teremos de dar um passo atrás”

PAÍS: “se as coisas começarem a correr mal, teremos de dar um passo atrás”

Primeiro-Ministro, António Costa refere que “daremos os passos que forem necessários para proteger a segurança dos portugueses”.

O Primeiro-Ministro referiu que o Governo definiu três condições para a retoma ao dia-a-dia convivendo com o novo coranavírus. António Costa disse ser necessário “haver em abundância no mercado equipamentos de proteção individual, normas claras de higienização quer dos locais de trabalho, quer dos espaços públicos, como restaurantes, quer os transportes públicos e a garantia que o Serviço Nacional de Saúde mantém capacidade de resposta suficientemente para um aumento do nível de contaminação resultante de menor confinamento”.

Durante o mês de maio vamos “proceder ao desconfinamento, e é fundamental que todos possam ter acesso, com facilidade, quer a máscaras de uso comunitária, quer a outro equipamento de proteção individual”, para que estejam seguros. “Estas máscaras são fundamentais para sairmos de casa com conforto e sem risco de contaminar os outros, de estar no trabalho ou na escola em segurança”, disse.

Todavia, “se as coisas começarem a correr mal, teremos de dar um passo atrás e voltar a adotar medidas que aliviámos. (…) daremos os passos que forem necessários para proteger a segurança dos portugueses”, sublinhou.

O Primeiro-Ministro referiu que “conseguimos controlar o crescimento exponencial da curva de doentes, mas continuamos, todos os dias temos mais novos casos”, embora esteja “a diminuir o número de pessoas internadas e nos cuidados intensivos”.

O Governo está “a ver, com cada setor de atividade, quais devem ser a normas de higiene no local de trabalho, de higienização no transporte para o trabalho, e de proteção individual de cada trabalhador, que permita à economia retomar um maior ritmo de atividade, sem pôr em causa o controlo da pandemia”.

Este é “um esforço que tem de ser pedido às empresas, aos trabalhadores e ao Estado”, e, para ela, “criámos linhas de apoio que visam não só ajudar as empresas a sobreviver, mas também a fazerem alguns investimentos que melhorem a proteção individual”.

“Os portugueses deram-nos boas razões para confiar, porque antes de serem adotadas quais medidas pelo Estado, já os portugueses estavam a adotar essas medidas”.

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