13/11/2019
21:46:29
SinalTV - Canal MEO 500520
19-03-2015
Sociedade

Novo sistema para cartas de condução vai entrar em «velocidade de cruzeiro»

Novo sistema para cartas de condução vai entrar em «velocidade de cruzeiro»

Funcionários do Instituto da Mobilidade e dos Transportes vão trabalhar aos sábados, já a partir deste fim-de-semana. O serviço suplementar será recompensado.

 

 presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) diz que o novo sistema para revalidação de cartas de condução entrará em "velocidade de cruzeiro" na próxima semana.
Aquilo que é agora uma média de 55 dias para a revalidação e os novos títulos "passará para um máximo de uma semana", estima João Carvalho, referindo-se ao Sistema de Obtenção Fiável de Imagem e Assinatura (SOFIA) que já entrou em vigor nalguns locais, mas não ainda em todas as delegações do IMT.
A notícia em torno das 280 mil cartas de condução atrasadas e deste novo sistema foi avançada pelo "Jornal de Negócios". João Carvalho confirmou à agência Lusa este número, adiantando que diz respeito a cartas "acima de tudo de 2014 e 2013" e que mais de 80% destas são da Grande Lisboa.
O responsável diz ainda que "95% destes atrasos devem-se às fotografias de má qualidade que eram entregues". "A partir de agora não há papéis", prosseguiu o presidente do IMT, declarando que o condutor apresentando agora o Cartão do Cidadão terá facilidade na revalidação.
Para resolver os atrasos, já a partir deste sábado, todas as delegações do país vão estar de portas abertas. A informação foi confirmada à Renascença pelo presidente do IMT, que também aplaude o comportamento dos trabalhadores daquele instituto público.
João Carvalho esclarece que ninguém é obrigado a trabalhar ao sábado e que o serviço suplementar será devidamente recompensado.
O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP) já pediu uma reunião à direcção do Instituto de Mobilidade e Transportes para esclarecer a questão do trabalho ao sábado. O sindicalista José Abraão afirma que este tipo de alteração laboral exige negociação.

Fonte: Rádio Renascença

Outras notícias