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31-08-2015
Politica

Marinho Pinto apresentou em Chaves o livro «MUDAR PORTUGAL»

Marinho Pinto apresentou em Chaves o livro «MUDAR PORTUGAL»

Orlando Castro tem razão quando escreve, na nota de abertura do livro António Marinho Pinto – Mudar Portugal, que sempre que o líder do PDR “manifesta uma opinião tocam os alarmes em várias capelas e capelinhas. Os políticos do sistema – habituados a pensarem pela cabeça do chefe – e os chefes que nasceram com o diploma divino de donos da verdade, sentem-se como um maluco no meio da ponte. Mas como os chefes não são malucos, apenas hipócritas, descobrem que afinal não existe ponte.”

 

Basta ouvir o ex-bastonário da Ordem dos Advogados uma vez para nos apercebermos que “Marinho Pinto nem sempre tem razão, mas tem razão muitas vezes”. 
Logo na introdução, Marinho Pinto cita Arquimedes: “Dai-me uma alavanca em um ponto de apoio e levantarei o mundo”, querendo dizer que com a criação do PDR, ele e os seus companheiros mais não pretendem do que dar esse instrumento ao povo português para dessa forma o país poder sair da crise que o avassala e submerge. 
Mudar Portugal, na sua perspetiva, “significa mudar a forma como se faz política, mudar a justiça, mudar a economia, mudar a educação, mudar a saúde, mudar o sistema financeiro, enfim mudar tudo aquilo que está a funcionar mal e que, portanto, está desviado das finalidades para que existe”.
Nas 200 páginas do livro, cujos lucros revertem para o PDR, Marinho Pinto quer demonstrar que os grandes problemas nacionais têm solução, e até bem simples por sinal, desde que os portugueses pretendam realmente mudar o rumo da governação e caminhar numa nova direção. 
Mudar Portugal é uma explicação eficaz sobre a maneira como se pode construir uma alternativa democrática que se alicerce definitivamente “na verdade, na honestidade e na decência política”. 
Diz na contracapa: “António Marinho Pinto pretende ser o motor desta mudança e o rosto da esperança, reconduzindo a política à sua nobreza originária, devolvendo-lhe, portanto, o sentido de serviço público que nunca deveria ter perdido.” 
Por isso, “é necessário mudar o sentido do nosso voto. E votar no PCP e no BE não é alternativa válida, pois estes dois partidos são um embuste, não passando da velha oposição que se limita a justificar o poder dos de sempre: PSD/CDS/PS, contentando-se em gritar nas ruas e em fazer greves que nada ajudam à economia do país. Nunca serão uma solução de poder.”
Marinho Pinto reafirmou que os eleitos pelo PDR nunca serão sujeitos a trocar a sua consciência individual pelos interesses mesquinhos dos aparelhos partidários, através da conhecida disciplina de voto.

O grande objetivo do PDR é trazer de volta ao às urnas mais de 50% do eleitorado que não vota, mostrando-lhe que os partidos não são todos iguais, “que não queremos todos a mesma coisa e que, afinal, no meio de tanto joio ainda há algum trigo”.

Fonte: PDR - Círculo eleitoral de Vila Real

Foto: Página Oficial Facebook - PDR - Círculo eleitoral de Vila Real

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