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10-03-2014
Economia

CTT dominam 94% de mercado que vale 185 milhões anuais

CTT dominam 94% de mercado que vale 185 milhões anuais
Receitas do tráfego postal diminuiram no ano passado, revela a Anacom.
As receitas do tráfego postal atingiram os 184,9 milhões de euros em 2013, após uma quebra no tráfego de 6% face a 2012, segundo os dados divulgados hoje pela Anacom.

O grupo CTT detinha uma quota de 94,3% do tráfego postal total. No segmento expresso, os prestadores alternativos dispõem de quotas mais significativas e, no seu conjunto, superiores à quota dos CTT, que ascende a 28,6%.

Chronopost, Urbanos, Grupo Rangel, General Logistics Systems, DHL e Grupo Seur têm quotas de tráfego individuais acima dos 5%.

Em relação ao terceiro trimestre, o tráfego total dos serviços postais subiu 5,2%. "No quarto trimestre de cada ano ocorre habitualmente um aumento sazonal do tráfego postal. Simultaneamente, o tráfego postal apresenta uma tendência decrescente", segundo o comunicado do regulador.

No final de Dezembro havia 56 entidades com licença para prestar serviços fora do âmbito do serviço universal, nomeadamente correio expresso, enquanto que 11 entidades dispunham de título para prestar serviços no âmbito do serviço universal.

O tráfego correio expresso, que tem um peso de 5% do tráfego total, aumentou 7,1% face ao terceiro trimestre, atingindo 11,4 milhões de objectos (5% do total do tráfego postal) e avançou 0,8% em relação a igual período de 2012.

Do total de objectos distribuídos no último trimestre de 2013, 95,9% teve como destino o mercado nacional, enquanto os restantes 4,1% seguiram para fora do país. 

"Cerca de 95,6% do tráfego postal diz respeito a correspondências, publicidade endereçada e correio editorial. As encomendas representam 4,4% do tráfego total", conclui o regulador.

Os CTT divulgam na quarta-feira, antes da abertura do mercado, os primeiros resultados depois da OPV. Face ao preço de entrada em bolsa, 5,52 euros por acção, os títulos dos Correios já valorizaram 30%. Os Correios seguiam a cair hoje 0,55% para 7,24 euros.

Fonte: economico.sapo.pt

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